sexta-feira, 28 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

Sem saída

O cliente foi mudando de idéia, pedindo alterações atrás de alterações, não seguiu as recomendações do arquiteto, olha só o que aconteceu!



A foto me foi enviada pelo Maurício Alcântara, mas nós desconhecemos o seu autor ou onde ela foi tirada.

terça-feira, 25 de março de 2008

Acessibilidade

O Horácio Soares, da Acesso Digital, deu esta noite uma excelente palestra sobre acessibilidade na TV1.com. Acessibilidade é um tema que tem me interessado cada vez mais: pela inclusão, mas também por questionar elementos básicos de arquitetura e de design. Por trazer à tona questões essenciais de um site, que no dia-a-dia acabam sendo esquecidas. Questões simples como "isso precisa mesmo ser assim?". Tenho certeza que qualquer trabalho - qualquer mesmo, não só a construção de um site - terá melhor resultado se a gente parar mais vezes para se fazer essa pergunta básica. Na maioria das vezes a resposta é "não" e há uma maneira mais criativa ou mais rápida ou mais barata ou mais acessível de se executar aquela tarefa.

A palestra do Horácio trouxe à tona vários desses temas. Novos posts aparecerão por aqui em breve graças a ela.

Web 2.0

Quer conhecer sites da web 2.0, saber como eles funcionam e o que andam fazendo? Dê uma passada neste diretório: www.go2web20.net. Ele oferece um farto material de pesquisa. Divirta-se com esse mundaréu de sites. :-)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Branding e AI

Quando se fala em branding, logo se pensa em imagem da marca (logotipia e seu manual de aplicação), arquitetura da marca, seu posicionamento no mercado, valores.

O site da empresa normalmente entra como mais um dos seus veículos de comunicação e a preocupação é que se aplique corretamente o logo e que se use imagens de "pessoas felizes" alinhadas com o posicionamento da marca ("precisamos de pessoas com menos cara de gringo, com jeito mais brasileiro").

Dificilmente se considera a arquitetura de informação como um instrumento de branding, deixando-a apenas como uma etapa técnica do projeto. Mas a arquitetura de informação reflete o branding com precisão e, ainda que o logo esteja corretamente aplicado e as imagens corretamente selecionadas, se a AI não fizer as opções corretas pode derrubar totalmente as estratégias do branding.

O site é um retrato fiel da organização que representa. Ele é uma imagem da empresa normalmente muito mais conhecida que sua sede, que muitas de suas ações de comunicação. E não importa em qual categoria ele se encaixe - institucional, comércio eletrônico, serviço, entretenimento, etc - a sua arquitetura de informação deverá refletir o branding.

E é simples entender como isso deve ser feito. A definição da hierarquia das informações e a rotulação das áreas do site, implicam na definição de prioridades e valores, que, por sua vez, devem estar alinhados ao branding. A própria rota de navegação pelo site, a escolha de uma navegação por temas, por público ou por qualquer outro critério, são temas pertinentes ao branding.

Ou seja, mesmo que não se tenha consciência disso, todas as escolhas de AI de um projeto têm estreita relação com o branding. Melhor estar consciente disso durante a condução do projeto.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Wireframe x planta baixa

Arquitetura de informação é processo muito mais que produto. Por isso a comparação entre um wireframe com a planta baixa de uma casa tem os seus limites. É igual, até certo ponto. Enquanto a construção terá que seguir exatamente as indicações da planta, caso contrário a casa, literalmente, cairá, o site poderá sofrer alterações durante sua execução.

E é muito saudável que isso aconteça. Faz parte do processo. O arquiteto de informação não pode ter a pretensão de definir o site sozinho. Há a colaboração do diretor de arte, do desenvolvedor html, do programador.

E há as alterações que acontecem pela própria maturação do projeto. Por isso essa "planta baixa" inicial vai sofrendo atualizações no meio do caminho. Coisa que não acontece com a planta de uma casa.

Wireframe





















quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Caminhos do usuário

Muito antes da internet existir (sim existia vida inteligente mesmo no tempo das máquinas de escrever) um arquiteto me explicou que em questões de urbanismo é preciso primeiro se observar o uso que as pessoas fazem dos locais para só depois mexer neles. Por exemplo, se numa praça existe uma trilha já feita pelo uso dos transeuntes, não adianta traçar um caminho diferente porque as pessoas continuarão a passar pela trilha.


Interessante tantos anos depois eu encontrar esta imagem. E essa conversa ter tudo a ver com Arquitetura de Informação e Usabilidade.