terça-feira, 14 de julho de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

AI no metrô

Não sei se você já andou num dos novos trens do metrô de São Paulo, mas dentro deles, acima da porta, há aquele tradicional mapa esquematizado da linha, com as estações marcadas por uma bolinha. A novidade nesses novos trens é que as bolinhas são pequenas lâmpadas.

Pois bem, para você, quais estações deveriam estar acesas? As que já passaram ou aquelas onde o trem ainda vai chegar?

Para mim, deveriam ser aquelas onde o trem ainda vai chegar, pois o que já passou não precisa de destaque. Eu preciso saber é para onde estou indo.

Mas não é isso que acontece no metrô paulistano. Nele, ficam acessas as estações pelas quais o trem já passou e apagadas as que estão por vir.

Corcordamos, eu e a Companhia do Metropolitano de São Paulo, com o padrão utilizado para a próxima estação: luz piscante.

E você, está comigo ou está com o metrô?

sábado, 16 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Hora errada de veicular o banner (coisas que acontecem)

Começo hoje a postar aqui imagens da série "coisas que acontecem". São infelicidades que acontecem na internet e que eu venho colecionando há algum tempo. Como esta.



quarta-feira, 6 de maio de 2009

Off topic pero no mucho

Todo estudante de desenho industrial deveria passar um ano lavando louça todos os dias. Os mais diferentes tipos de panelas e suas respectivas tampas, copos de liquidificador, apetrechos de batedeira, jarras de suco, não só pratos e copos. Para perceberem na prática que existem reentrâncias que podem ser muito bonitas ou que podem resolver o problema de um encaixe, mas que são praticamente impossíveis de serem limpas. Que não há esponja, escovinha ou pano que entre ali. E daí o jeito é pegar a ponta de uma faca ou um palito de dente e fazer um trabalho meticuloso e descabido. Lavem mais louça, caros designers.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Rótulos auto-explicativos

Falando sobre a importância dos rótulos para facilitar a navegação, achei genial este menu.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Exemplos de usabilidade

Será que não andam acontecendo umas dessas em sites por aí?





segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Hoje não tem jornal

Muito tempo atrás, quando ainda nem se sonhava com a invenção da internet, o artista plástico Luiz Paulo Baravelli tinha uma coluna na Ilustrada, da Folha. E em uma delas ele escreveu uma coisa que eu nunca esqueci.

Em outras palavras ele dizia que não se conformava com o fato dos jornais terem todos os dias o mesmo número de páginas, pois era impossível que acontecesse o mesmo número de fatos pelo mundo diariamente. Para ele, o ideal seria um dia o jornal ser muito grosso e outro, bem fininho. E que o máximo seria um dia o assinante ao invés de receber o seu exemplar do jornal, receber um bilhete com uma mensagem assim: "hoje não tem jornal porque ontem não aconteceu nada".

Acho esse conceito perfeito também para a construção de sites. Pode ser que o site ideal para aquele projeto tenha apenas uma página, não há porque inventar.

sábado, 27 de setembro de 2008

Palestra na Jump

Esta é a apresentação que eu fiz no curso "Arquitetura de Informação em Projetos Web", ministrado pelo Guilhermo Reis na JumpEducation.

Eu adorei a experiência. Espero que os alunos tenham gostado também.

Palestra Jump
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A maioridade dos blogs

Acho que agora dá pra acreditar que os blogs atingiram a maioridade. Jornalista respeitado escrevendo em blog não é novidade. Velhinhos também não, lembro de uma senhora com mais de 80 que é o maior sucesso na Espanha. Agora, um escritor octogenário, Nobel de literatura, virar blogueiro, pra mim é novidade.

Mas tá lá, pode conferir o blog do Saramago: http://blog.josesaramago.org/por/?p=197&lang=pt

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Por uma padronização dos wireframes

Nós vivemos num mundo de convenções. Os alfabetos nada mais são que convenções: convenciona-se que determinado símbolo corresponde a determinado som (ok, em português a gente tem vários símbolos para um mesmo som, mas a discussão aqui não é essa...). Na arquitetura, por exemplo, convencionou-se uma série de desenhos para simbolizar os diversos elementos de uma construção: porta, janela, parede, escada, etc.

Na arquitetura de informação ainda não temos essas convenções totalmente estabelecidas. Enquanto nos mapas de site e fluxos caminhamos relativamente bem seguindo modelos do Garret, nos wireframes ainda estamos longe de adotar padrões "universais". Além da discussão do uso de wireframes de alta, média ou baixa fidelidade, temos o uso de diferentes  elementos para simbolizar uma mesma coisa ou ação.

A padronização dessas convenções traria muitos benefícios para a área. Principalmente no que diz respeito ao relacionamento com o cliente. O cliente tem o seu primeiro contato com um wireframe. Adota, então, aquele modelo como padrão para ele. Quando se depara com um wireframe feito por outro arquiteto, que usa outras convenções, ele não entende. Ou apenas não gosta, mas aí já temos um desgaste que seria desnecessário.

O ensino e a prática da atividade também ficam muito mais fácil com a adoção de padrões universais. O profissional não precisa aprender o padrão de cada lugar por onde passa, ele simplesmente utiliza o mesmo padrão em todas as empresas.

Acho fundamental começarmos a pensar nisso.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Arquitetura de Informação em Projetos Web - curso na Jump

Nos dias 19 de 20 de setembro o Guilhermo Reis dará o curso "Arquitetura de Informação em Projetos Web" na JumpEducation. E eu participarei no dia 20 falando sobre um case de arquitetura de informação.

Mais informações sobre o curso aqui.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Mídia social

Mídia social é um termo bastante amplo que pode significar diferentes coisas para diferentes pessoas. Para dar um norte ao tema, a WOMMA - Word of Mouth Marketing Association - definiu algumas categorias de ações de mídia social:

Marketing viral
Mensagens informativas ou de entretenimento que são transmitidas espontaneamente por e-mail ou algum outro meio eletrônico.

Marketing de comunidade
É a formação ou manutenção de nichos de comunidades que compartilham interesses. Podem ser grupos de usuários, fã-clubes, listas de discussão e fóruns, com a implementação de ferramentas, conteúdos e informação de apoio a essas comunidades.

Marketing de evangelizadores
Significa cultivar evangelizadores, advogados de marca ou voluntários que são encorajados a assumir um papel de liderança na divulgação de mensagens a favor da marca.

Seeding de produtos
Aqui a meta é colocar produtos nas mãos certas, na hora certa, dando informação ou amostras para indivíduos influenciadores.

Marketing de influência
Identificação de comunidades-chave e formadores de opinião dispostos a falar de produtos e que sejam influenciadores de opiniões.

Blog de marca
Criação de blogs e participação na blogosfera de maneira transparente e ética, compartilhando informações de valor com a comunidade.

Programas de relacionamento
Criação de ferramentas que permitam que clientes satisfeitos indiquem o produto ou marca a seus amigos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

AI 2.0

Houve um momento em que toda empresa queria ter o "seu" Orkut, o "seu" YouTube. Agora parece que começa-se a entender que a verdadeira web 2.0 é aquela que apropria-se das redes sociais já existentes e não a que quer reproduzi-las dentro de seus sites.

Nesse momento de reprodução o arquiteto de informação tinha o trabalho de reproduzir e adaptar a arquitetura desses sites para o site de seus clientes. Eu mesma cheguei a navegar horas pelo PornoTube (não ria!) para usá-lo como referência em um projeto.

Pois bem, se agora vamos nos apropriar do que oferecem os sites já consagrados, acabou o trabalho do arquiteto nessa história?

Eu acredito que não (é claro...). O que é preciso é o arquiteto expandir sua atuação e o seu pensamento para além do wireframe. Em alguns casos a solução de arquitetura para um projeto pode não estar num menu, num site, numa página, mas sim no uso eficiente de ferramentas disponíveis nas redes sociais.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Pessoas felizes

Em cerca de 90% dos wireframes que produzimos aqui na TV1 temos que prever na home um espaço para um destaque principal ou para uma TV Flash. E qual é o uso feito desse destaque principal? De novo, em 90% dos casos (este números são mera intuição, não têm o menor valor estatístico) são usados por uma imagem de pessoas felizes (ah, claro, e se possível entre elas um negro e um oriental, pra mostrar que somos multiraciais/multiculturais).

Será que todo site precisa mesmo de imagem de pessoas felizes? Será que não está na hora de pensarmos - arquitetos, designers e clientes - em um outro formato?